Archive for the ‘Política’ Category

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A Múmia

fevereiro 3, 2011

 

Ahn… oi?

do Eramos6

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Audrey Hepburn, Rabindranath Tagore – Loucuras de um Brainstorm pela madrugada

maio 31, 2010

Postado por Rodolfo.

Estava a assistir um programa na TV fechada de madrugada quando vejo um cara caminhando, todo pimpão, num programa Y no Discovery Travel, em que ele estava em Londres, andando em direção ao Piccadily Circus. E não é que ele estava falando sobre a Audrey Hepburn?

Mudo de canal, e deparo-me, acho que no History Channel, com um programa sobre poetas indianos, e de quem estão falando? Rabinadrath Tagore! Não conhecia este sujeito até ter ganhado um livro dele em meu aniversário ano passado!

A união entre a precisão das letras e a subjetividade da física: Rabindranath Tagore e Albert Einstein.

E pensei, madrugada, Hepburn, Tagore… eles devem ter alguma ligação. E não é que tinham? Um poema, Unending Love. Justamente o poema predileto de Audrey. Não sei se você já leu alguma coisa do Tagore, só digo que vale muito a pena.

Unending Love

I seem to have loved you in numberless forms, numberless times…
In life after life, in age after age, forever.
My spellbound heart has made and remade the necklace of songs,
That you take as a gift, wear round your neck in your many forms,
In life after life, in age after age, forever.

Whenever I hear old chronicles of love, it’s age old pain,
It’s ancient tale of being apart or together.
As I stare on and on into the past, in the end you emerge,
Clad in the light of a pole-star, piercing the darkness of time.
You become an image of what is remembered forever.

You and I have floated here on the stream that brings from the fount.
At the heart of time, love of one for another.
We have played along side millions of lovers,
Shared in the same shy sweetness of meeting,
the distressful tears of farewell,
Old love but in shapes that renew and renew forever.

Today it is heaped at your feet, it has found its end in you
The love of all man’s days both past and forever:
Universal joy, universal sorrow, universal life.
The memories of all loves merging with this one love of ours –
And the songs of every poet past and forever.

Só uma coisa lhe digo: foram loucuras de um brainstorm pela madrugada.

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Porcas Infamitas

maio 2, 2010

Sugestões?

Indeeeeeeeeeed!

Direto do Blog do Prof. Fernando Nogueira da Costa, que pegou esta charge Deus lá sabe onde.

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Serra FAIL!

março 9, 2010

postado por Leandro

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Excerto Literário – “O Tempo e o Vento – O Continente – Tomo 1”

março 9, 2010

postado por Rodolfo.

"Uma geração vai, e outra geração vem; porém a terra para sempre permanece. E nasce o sol, e põe-se o sol, e volta ao seu lugar donde nasceu. O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando o vento, e volta fazendo seus circuitos." - Eclesiastes 1,4-6

“A todas essas São Pedro do Rio Grande vivia abandonado e esquecido pela metrópole. Não lhe davam estradas nem pontes nem policiamento nem nada. Justiça? Ha-ha! Todos os processos tinham de ser julgados pela Relação do Rio de Janeiro, para onde eram remetidos e onde ficavam a criar cabelos brancos.

Parecia que a Corte achava que os continentinos só serviam para brigar com os castelhanos, porque quando rebentava a guerra começavam logo o recrutamento e as requisições.

Terminada a luta, cessavam de pagar o soldo às tropas e esqueciam-se de resgatar as requisições. E pouco se lhes dava que a guerra tivesse dizimado os rebanhos e destruído as lavouras do Continente.

– E onde é que eles metem o dinheiro do imposto? – perguntou um dos homens que escutavam Juvenal.

– Metem no rabo desses caramurus do inferno! – respondeu, azedo, um velhote de chiripá seboso.

Os outros o miraram de soslaio sem dizer nada.

– Com tudo isso que pagamos – disse Chico Pinto – não temos nem escolas pros nossos filhos.

O velhote cuspinhou para o lado e retrucou:

– Qual escola, qual nada! Não preciso dessas coisas. Não sei ler e isso nunca me fez falta. Também não tenho filho pra mandar pr’escola. Mas me dá raiva de ver que estamos sustentando
o luxo da Corte. O nosso dinheirinho é pra encher a barriga desses condes, duques e barões de meia-pataca!

Naquele mesmo dia, Juvenal transmitiu ao pai essas notícias inquietadoras. Pedro Terra ficou por algum tempo calado, e quando todos pensavam que ele as tinha esquecido, ouviram-no dizer:
– Já mataram o trigo, agora vão matar o resto. São pior que gafanhoto, pior que ferrugem.

– Quem, Pedro? – perguntou-lhe a mulher.

– Esses malditos caramurus.”

Capítulo XXIV, página 200, da obra prima do gaúcho Érico Veríssimo “O Tempo e o Vento”, do primeiro livro da trilogia, “O Continente – Tomo 1”, mas especificadamente da parte 2, ou “Um Certo Capitão Rodrigo” – Editora Globo, Edição X (livro gentilmente cedido por alguma boa alma no 4Shared, grazie!).

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ObsCenas [4]

março 8, 2010

postado por Rodolfo.

A Santa e o Porco? (parafraseando tortamente a muito bacana peça do Ariano Suassuna). Marina Silva e Gabeira, juntos. E a tal reunião para garantir maior visibilidade da candidatura verde no Jornal Nacional, ninguém comenta???

Até tento entender esse oba-oba que rola em cima da Marina Silva. Ambientalista, honesta, firme. O contrário do leviano Fernando Gabeira (ah, Gabeira!). Vale tudo para ser presidente do país? Bem que eu gostaria que o Gil, aquele atacante que jogou no Corinthians, Cruzeiro (onde proferiu sua “lei” ao vivo para uma rádio católica!) e Internacional, respondesse, mas o respeito aos leitores e a Marina Silva (ao Gabeira não!) não me permitem por a resposta.

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Sermão de Juazeiro

março 8, 2010

postado por Rodolfo.

Presidente Lula e sua postura de pregador messiânico, num verdadeiro Sermão de Juazeiro, onde o discurso foi realizado. Uma coisa não podemos negar, o cara é bom de prosa. E de governo? Só o tempo irá dizer.